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Briefing de compra
Diga-nos o que procura
Seis perguntas, cerca de dois minutos. Recebe uma leitura escrita do que é possível no seu orçamento e na praça que indicar — incluindo quando a resposta é que não é.
Não é um pedido de contacto comercial. É o documento com que começamos a trabalhar: o que procura, para que fim, com que horizonte e o que não está disposto a ceder.
O briefing
As duas primeiras perguntas são de um clique. O email fica para o fim, quando já sabe o que está a pedir e a quem.
O que acontece depois de enviar
Respondemos em 24 horas úteis, por escrito, com o nome de quem trata do assunto. Não há sequência automática de emails, não há telefonema no dia seguinte por rotina.
01
Leitura do briefing
Um consultor da praça que indicou lê o que escreveu e verifica o enquadramento: se o orçamento total cobre o que descreve, se o horizonte é compatível com o processo e se há alguma restrição legal ou fiscal a tratar primeiro.
02
Resposta escrita
Recebe uma resposta com três coisas: o que é possível nesse intervalo e nessa praça, o que não é e porquê, e o que teria de mudar — orçamento, zona ou horizonte — para o que procura passar a ser possível.
03
Conversa, se fizer sentido
Se a resposta escrita justificar continuar, propomos uma chamada de vinte minutos. Se não justificar, dizemo-lo por escrito e o assunto fica por aqui, sem seguimento e sem lista de contactos.
Porque é que o formulário é assim
Três decisões de desenho que preferimos explicar a esconder. Um formulário também é um documento sobre quem o escreveu.
O orçamento é um intervalo, não um campo aberto
Pedir um número exato a quem ainda não decidiu obriga a comprometer-se perante um desconhecido, e a resposta habitual é abandonar o formulário. O intervalo dá-nos o que precisamos para responder com utilidade e não lhe pede nada que ainda não queira dar.
O email fica para o quarto passo
É o campo de maior fricção e não serve para nada antes de sabermos o que procura. Pedi-lo primeiro tornaria a página mais rápida para nós e menos honesta consigo.
O campo mais longo é o opcional
«O que é indispensável e o que é negociável» não é um extra. É o campo que transforma uma lista de filtros num critério de procura, e é a partir dele que a resposta deixa de ser genérica. Fica opcional porque nem toda a gente quer escrever, e continua a ser o campo que mais lemos.
O que fazemos e não fazemos com o que escrever
O briefing é tratado como informação de cliente desde o momento em que chega, ainda antes de existir mandato.
Ler a política de privacidade- Os dados são usados apenas para responder ao seu pedido e preparar a procura.
- Não são partilhados com promotores, com bancos, com intermediários de crédito nem com terceiros.
- Não são vendidos, cedidos nem incluídos em qualquer lista comercial.
- Pode pedir o acesso, a correção ou o apagamento a qualquer momento, e a resposta é dada por escrito.
- Não confirmamos a terceiros que está a falar connosco.
Se preferir não preencher nada agora
Um briefing não é o único caminho, e não é o mais confortável para toda a gente. Há três alternativas, e nenhuma delas exige mandato.
Falar vinte minutos
Uma chamada com duração fixa e assunto definido. Se não houver nada útil a dizer, dizemo-lo nos primeiros cinco minutos.
Marcar uma chamada de 20 minutosSe o assunto for vender
O briefing é para quem compra. Quem tem um imóvel e quer saber quanto vale antes de decidir se vende usa o pedido de avaliação.
Pedir uma avaliaçãoSe ainda estiver a ler
A maior parte das pessoas que compra connosco leu durante meses antes de escrever. A Nota chega todos os dias úteis e não pede nada em troca.
Ver o boletim diárioAntes de escrever, se quiser saber como trabalhamos
Três páginas respondem à maior parte das perguntas que chegam com o briefing.