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Sobre a Rhamos

Três mercados que raramente falam a mesma língua

A Rhamos Properties opera entre Portugal, Espanha e o Dubai. São três mercados com regimes jurídicos diferentes, moedas diferentes, unidades de medida diferentes e culturas de negociação que quase não se tocam.

A empresa existe para tornar essa distância irrelevante para quem compra. O mesmo critério, o mesmo cuidado e o mesmo nível de discrição em Lisboa, em Madrid ou no Golfo.

Missão

Encontrar, avaliar e conduzir aquisições imobiliárias de alto padrão em três geografias, com um único interlocutor do primeiro contacto à escritura.

Na prática, isso significa uma pessoa responsável pelo dossiê inteiro. Quem faz a pesquisa é quem confere as certidões, quem conduz a negociação e quem está presente no dia da escritura. O processo não muda de mãos a meio.

Visão

Ser a referência ibérica para o investidor internacional que compra entre a Europa e o Golfo.

É uma posição que se ganha por acumulação de trabalho documentado, não por declaração. Por isso esta página não apresenta números de operações, anos de atividade nem volumes transacionados: só publicamos números que a empresa possa mostrar em documento.

Quatro valores, e o que significam na prática

Um valor que não custa nada a cumprir não é um valor. A coluna da direita é a parte que tem custo.

Os quatro valores da Rhamos Properties e o comportamento concreto que cada um obriga.
ValorEnunciadoO que significa na prática
DiscriçãoO que se passa entre cliente e consultor não sai da sala.Não publicamos nomes de clientes. Não usamos casos reais em marketing sem autorização escrita. Não confirmamos a terceiros que trabalhamos consigo.
RigorNúmeros verificados antes de serem apresentados.Nenhum valor entra num documento nosso sem fonte. Quando não sabemos, escrevemos que não sabemos.
ProximidadePresença local nos três mercados, não representação remota.Escritórios próprios e equipa contratada em cada praça. Sem parcerias de conveniência.
PermanênciaA relação continua depois da chave entregue.Revisão a 12 meses incluída em todos os mandatos de compra.

Compromissos com custo

O que não fazemos

Quatro recusas, cada uma com um custo conhecido para a empresa. São a forma mais rápida de perceber para quem trabalhamos.

  1. 01

    Não representamos comprador e vendedor no mesmo negócio.

    Um mandato de compra e um mandato de venda sobre o mesmo imóvel são interesses opostos servidos pela mesma pessoa. Quando a situação surge, declinamos um dos lados por escrito antes de continuar. O custo é perder metade do negócio; a alternativa é o cliente nunca poder saber de que lado da mesa estamos.

  2. 02

    Não recebemos comissão de promotores por encaminhar clientes.

    Nem de promotores, nem de bancos, nem de advogados, nem de empresas de mudanças. Quem paga o nosso trabalho é quem nos dá o mandato, e é a única pessoa a quem devemos uma recomendação. Uma recomendação que rende ao consultor não é uma recomendação.

  3. 03

    Não publicamos imóveis que não verificámos.

    Um imóvel só entra na nossa lista depois de conferidas as certidões, a situação registal e o enquadramento urbanístico. Isso deixa-nos com menos imóveis para mostrar do que a maioria das casas, e é uma consequência aceite: preferimos uma lista curta a uma lista que não podemos defender.

  4. 04

    Não prometemos residência pela compra de imóvel em Portugal ou em Espanha.

    Em Portugal, a via imobiliária do regime ARI foi eliminada em outubro de 2023 pela Lei 56/2023. Mantêm-se outras vias de investimento — fundos de investimento a partir de € 500.000, doação cultural, investigação científica e criação de emprego — mas nenhuma delas é a compra de um apartamento.

    Em Espanha, a golden visa foi derrogada com efeitos a 3 de abril de 2025, pela Lei Orgânica 1/2025. Não existe substituto direto. As autorizações concedidas antes dessa data mantêm-se válidas.

    No Dubai a relação mantém-se: AED 2.000.000 de valor registado no Dubai Land Department continuam a dar acesso ao Golden Visa de 10 anos, e em 2026 as regras tornaram-se mais acessíveis, com alterações ao requisito de pagamento antecipado e a possibilidade de agregar imóveis. Se a residência é o seu objetivo, é uma conversa sobre o Dubai — não sobre Lisboa nem sobre Madrid.

Onde estamos

Três escritórios próprios, com equipa contratada em cada praça. É o que separa presença local de representação à distância.

Lisboa

A praça de origem. Compra residencial prime, reabilitação em zona histórica e mandatos de venda sem anúncio público.

Madrid

A operação ibérica em espelho: o mesmo método, com um regime fiscal e registal próprio e impostos que variam por comunidade autónoma.

Dubai

Mercado secundário e off-plan em zonas de propriedade plena, com registo no Dubai Land Department e acompanhamento dos calendários de pagamento.

As moradas completas, os horários e os telefones diretos de cada escritório são publicados na página de contacto assim que confirmados. Até lá, cada praça tem um endereço de email atendido.

Ver os contactos das três praças

O Padrão Rhamos

Um dossiê, três jurisdições, um interlocutor.

O dossiê de um cliente é o mesmo documento em Lisboa, em Madrid e no Dubai: o mesmo índice, a mesma ordem de verificação, o mesmo critério para dizer que um imóvel não serve. O que muda são as certidões que existem em cada jurisdição e quem as emite.

É essa constância que permite comparar um imóvel em Lisboa com um imóvel em Madrid sem estar a comparar dois métodos diferentes de os avaliar.

Ver as nove fases do processo

O passo seguinte

Se está a considerar comprar numa das três praças, a conversa começa pelo critério, não pelo imóvel. Meia hora é normalmente suficiente para saber se faz sentido continuar.